domingo, 23 de junho de 2013

INICIO DO INVERNO


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Inverno começa oficialmente nesta sexta-feira


Este ano, o inverno começa oficialmente no próximo dia 21 de junho, às 2h04, horário de Brasília, quando ocorre o solstício de inverno - a noite mais longa do ano, e termina às 17h44 do dia 22 de setembro, quando inicia a primavera.

De acordo com a pesquisadora Josina Oliveira do Nascimento, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional (ON), os fenômenos astronômicos são estudados tomando-se como ponto de observação a Terra. Por esse aspecto, observa-se a altura do Sol em relação à linha do equador da Terra.

Assim, o inverno e também o verão têm início quando o Sol está aparentemente mais distante dessa linha, o que resulta nos comprimentos diferenciados do dia e da noite, fenômenos conhecidos como solstício. No hemisfério sul, onde está o Brasil, no solstício de inverno, o efeito percebido é a noite mais longa e o dia mais curto do ano.


Durante o outono, o período de claridade do dia vai diminuindo até a chegada do inverno, quando ocorre a noite mais longa do ano. A partir disso, o período da noite diminui até a chegada da primavera, quando novamente o dia e a noite tem o mesmo comprimento: o mesmo número de horas de escuridão e de claridade. 

Do início da primavera até o início do verão, o Sol nasce cada dia mais cedo e se põe cada dia mais tarde, até que a entrada do verão marca o dia mais longo e a noite mais curta do ano. Daí até a entrada do outono, o período de luz fica cada vez menor e o período de céu escuro fica cada vez maior, até que no dia da entrada do outono o número de horas da noite é igual ao comprimento do dia.

SUPERLUA



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Superlua pode ser vista na noite de 22/23 de junho


No próximo dia 23 de junho, ocorre o fenômeno conhecido como Superlua - quando a Lua atinge sua máxima aproximação da Terra e, junto com isso, está alinhada com o Sol e a Terra. No dia 23, ela chegará a uma distância de 357205,795 quilômetros da Terra, a menor desse ano, e será também Lua cheia às 8h32min(hora legal de Brasília).

Para quem observa da Terra, a impressão é que a Lua cheia estará ainda maior, na noite de 22 para 23. E, por ser noite de Lua Cheia, a Lua estará no céu durante toda a noite, pois nascerá no dia 22 em horário próximo ao pôr do Sol e irá se pôr no dia 23 em horário próximo ao nascer do Sol.

Essa configuração de proximidade e afastamento se deve ao fato de a órbita da Lua, que dura 27,32 dias, não ser circular. Isso faz com que, em algum momento, ela esteja mais próxima da Terra, o que é chamado de perigeu, e em outro, esteja mais distante, no chamado apogeu.


De acordo com a pesquisadora Josina Oliveira do Nascimento, da Coordenação de Astronomia e Astrofísica do Observatório Nacional (ON), a Superlua é definida como a Lua Nova ou Lua Cheia que ocorre junto ou até 90% próxima do perigeu. Segundo ela, ao longo ano podem ocorrer cerca de 12 perigeus, sendo que até seis deles acontecem próximos a uma Lua Cheia ou Lua Nova. 

CURSO EM ASTROFÍSICA GERAL



Observatório Nacional promove curso à distância em Astrofísica Geral



O Observatório Nacional (ON) oferece de 15 de julho a 29 de novembro de 2013, o curso a distância em Astrofísica Geral. Os participantes terão acesso a informações sobre a história da astronomia, a formação do universo, as características e dinâmica dos astros, entre outros tópicos.

As inscrições podem ser feitas de 3 de junho a 30 de agosto, no site do Observatório Nacional (www.on.br/ead_2013). Confira o programa do curso, que faz uma viagem pela história da ciência e pelo Universo atualmente conhecido.

O curso tem caráter de divulgação científica e é voltado para um público não especializado em ciências exatas, por isso não é necessário qualquer conhecimento prévio para acompanhá-lo a distância.

Os cursos a distância são oferecidos gratuitamente pelo ON e já estão na sua 10ª edição. Eles são realizados com o objetivo de socializar o conhecimento científico e contribuir para a inclusão social por meio da divulgação de temas relacionados à atuação da primeira instituição científica do Brasil, o Observatório Nacional. O material produzido é disponibilizado no site do ON e pode ser copiado e impresso, desde que não seja publicado em outros meios. 


Divisão de Atividades Educacionais

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GALAXIAS

22 de Junho de 201313h57
Nasa divulga imagem de interação entre galáxias

          

A agência espacial americana divulgou uma imagem capturada pelo telescópio espacial Hubble que mostra a interação entre duas galáxias. As dupla, conhecida como Arp 142, é formada pelas galáxias NGC 2936 e pela NGC 2937 e fica na constelação de Hydra.
A galáxia que lembra o formato de um pássaro era originalmente uma galáxia em espiral comum, mas ganhou esse formato por causa da interação com a galáxia que está ao lado.



 Link interessantes:
www.on.br (cursos gratuitos de astronomia e geofísica - com certificado-nivel ensino médio- a distância).

quinta-feira, 20 de junho de 2013

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

VIAGEM A ESTRATORFERA


Austríaco Felix Baumgartner ao pular da estratosfera, no domingo (14) (Foto: Red Bull Stratos/Reuters)


16/10/2012 12h49 - Atualizado em 16/10/2012 13h02
Salto da estratosfera serviu de teste para futuro traje espacial turístico
Austríaco Felix Baumgartner rompeu a barreira do som no domingo (14).
Órgão avalia se roupa espacial será obrigatória para voos em alta altitude.
Da Reuters
14 comentários
O salto da estratosfera feito pelo paraquedista austríaco Felix Baumgartner pode ajudar a determinar se turistas espaciais precisariam usar trajes semelhantes ao que o protegeu na hora de romper a barreira do som.

"Não foi só uma suave penetração da barreira do som", disse o médico de Baumgartner, Jonathan Clark, na segunda-feira (15), quando o paraquedista e sua equipe comemoraram o recorde do domingo, quando ele saltou de uma altura de 39 quilômetros e caiu de pé na localidade de Roswell, Novo México.

"Nossas equipes de recuperação em solo em quatro locais diferentes escutaram o estrondo sônico", disse Clark, ex-paraquedista militar de altas altitudes e médico da Nasa, com experiência na criação de sistemas de fuga para astronautas dos ônibus espaciais.
Baumgartner chegou a 1.342 quilômetros por hora antes de abrir os paraquedas. A velocidade do som naquela altitude era de cerca de 1.110 quilômetros por hora.

O objetivo do austríaco era quebrar recordes – maior altura do salto, mais rápida queda livre e maior balão a levar uma pessoa ao céu –, mas o fato também foi atentamente acompanhado por médicos, engenheiros e cientistas que trabalham para aumentar as chances de sobrevivência em casos de acidentes envolvendo voos espaciais e aeronaves de altas altitudes.

Clark conhece bem esses perigos. Sua mulher, a astronauta Laurel Clark, morreu em 2003 na explosão do ônibus espacial Columbia, a 61.173 metros de altitude. Antes, ele havia trabalhado na investigação do acidente de 1986 com o ônibus Challenger.
Além da Nasa, os dados obtidos por Baumgartner interessam também às empresas que estão desenvolvendo táxis espaciais e à Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA), que supervisiona a ainda incipiente indústria dos voos espaciais comerciais e está decidindo se os trajes espaciais devem ser obrigatórios para turistas em voos de alta altitude.
Durante seu mergulho no vazio, Baumgartner vestiu um traje feito especialmente para a ocasião, semelhante aos macacões pressurizados que os astronautas dos EUA começaram a usar após o desastre do Challenger.

Até domingo, esses trajes nunca haviam sido testados em um voo supersônico, nem haviam sido homologados para uso acima de 100 mil pés (30.480 metros), altitude alcançada em 1960 pelo recordista anterior da queda livre, Joe Kittinger.
"Felix demonstrou que é possível penetrar a barreira do som", disse Clark. "Ele não foi apenas transônico, ele foi hipersônico. Ir a mach 1,24 é incrível. Está muito mais além do que qualquer limite de resistência humana."

Segundo o médico, essa experiência poderia ser útil, por exemplo, no caso de um acidente após o lançamento de uma nave, em que os astronautas precisassem se ejetar.
Baumgartner contou que, isolado dentro do traje pressurizado, não sentiu o rompimento da barreira do som.
"Era como nadar sem tocar na água. Eu estava voando até embaixo para retomar o controle. Havia muita pressão na minha cabeça, mas não senti que iria desmaiar. Senti que conseguia aguentar", revelou.


segunda-feira, 17 de setembro de 2012